ELIZA 60 anos: o primeiro chatbot e o que ele já revelava sobre conversar com máquinas
Publicado em 1966, o programa ELIZA simulava uma conversa com um terapeuta. Veja como funcionava e o que ele antecipou sobre os chatbots.

A inteligência artificial Claude, desenvolvida pela empresa Anthropic, recebeu uma atualização significativa que a transforma de um assistente de conversa em uma plataforma de trabalho integrada. A novidade permite que usuários interajam diretamente com aplicativos corporativos populares como Slack, Asana, Figma, Canva e outros sem sair da interface da IA, reduzindo a necessidade de alternar entre diversas janelas e ferramentas no dia a dia profissional.
A nova funcionalidade, chamada de ferramentas interativas, faz uso do Model Context Protocol — um protocolo aberto que possibilita que interfaces de terceiros sejam exibidas diretamente dentro da conversa com a IA. Com isso, é possível criar e editar cronogramas no Asana, pesquisar mensagens e redigir comunicações no Slack, gerar diagramas no Figma ou montar apresentações no Canva, tudo em tempo real sem sair do ambiente de chat.
A integração não se limita a comandos simples de texto. Os aplicativos aparecem com interfaces visuais completas, permitindo que equipes gerenciem projetos, colaborem em design ou acessem arquivos armazenados, como no Box, com ações que antes exigiam acesso direto às plataformas originais. A atualização está disponível para assinantes dos planos pagos da plataforma (Pro, Max, Team e Enterprise) nas versões web e desktop.
Para profissionais brasileiros que lidam com rotinas intensas de trabalho e múltiplas ferramentas, a expansão do Claude representa uma potencial redução de fricção no fluxo de trabalho e aumento na eficiência das tarefas diárias. Escritórios modernos, equipes jurídicas e setores de suporte ao cliente poderão, por exemplo, redigir comunicados, atualizar cronogramas de atividade e revisar materiais visuais de forma integrada e assistida por IA.
A atualização do Claude sinaliza uma evolução no papel das inteligências artificiais no ambiente profissional, passando de assistentes de geração de texto para hubs de produtividade capazes de gerenciar e executar tarefas operacionais sem sair da interface de conversa.
Publicado em 1966, o programa ELIZA simulava uma conversa com um terapeuta. Veja como funcionava e o que ele antecipou sobre os chatbots.
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