ELIZA 60 anos: o primeiro chatbot e o que ele já revelava sobre conversar com máquinas
Publicado em 1966, o programa ELIZA simulava uma conversa com um terapeuta. Veja como funcionava e o que ele antecipou sobre os chatbots.

O Google confirmou que as funcionalidades do Gemini integradas ao navegador Chrome chegaram ao ChromeOS, começando pelos modelos Chromebook Plus. A novidade expande para Chromebooks uma integração que já estava presente em Windows e macOS, consolidando a IA como parte nativa do sistema operacional.
O recurso “Gemini in Chrome” coloca ferramentas de IA em uma barra lateral do navegador capaz de acessar o contexto das abas abertas. Entre as funções destacadas estão resumos de artigos, esclarecimento de conceitos com base no que está sendo visualizado, geração de rascunhos de e-mail e criação de imagens. Também há suporte para o Gemini Live, que permite conversas por voz para brainstorming ou preparação de reuniões.
Segundo o Google, a implantação para Chromebook Plus começou em 28 de janeiro e seguirá em rollout estendido, o que pode levar semanas até atingir todos os dispositivos elegíveis. Por enquanto, o lançamento está restrito aos Estados Unidos. A escolha pelos modelos Plus reforça o posicionamento desses dispositivos como hardware otimizado para tarefas de inteligência artificial.
Do ponto de vista administrativo, o recurso vem ativado por padrão. Administradores do Google Workspace precisam desativá-lo manualmente caso desejem restringir o acesso nas contas gerenciadas. Embora o Google afirme manter medidas de governança, organizações devem avaliar como essas integrações afetam políticas internas de privacidade e conformidade antes da habilitação ampla.
Para o mercado brasileiro, a expectativa é de uma chegada posterior, dependendo da disponibilização internacional e certificações locais. Empresas que dependem de controles rigorosos de dados devem acompanhar as opções de administração e testar a integração em ambientes controlados antes de adotar a ferramenta em larga escala.
A atualização representa um passo importante na estratégia do Google de integrar capacidades de IA diretamente ao fluxo de navegação. No entanto, a disponibilidade limitada e as implicações de governança corporativa são pontos que ainda merecem atenção das organizações e usuários profissionais.
Publicado em 1966, o programa ELIZA simulava uma conversa com um terapeuta. Veja como funcionava e o que ele antecipou sobre os chatbots.
Entenda a diferença entre chatbot, automação por regras e agente de IA, o que cada um resolve e que riscos de governança trazem.
Em 1936, Alan Turing descreveu uma máquina teórica capaz de executar qualquer cálculo. Entenda a ideia e por que ela ainda sustenta a IA.